Este é um teste de leitura. Você vai ler vinte frases curtas, uma palavra de cada vez: a cada toque na tela aparece a próxima palavra. O aparelho anota quanto tempo você levou em cada uma delas.
Não existe resposta certa ou errada, e não é prova de nada. Não usamos câmera nem microfone. Leve o tempo que precisar.
Anos de estudo formal já concluídos: 9º ano é 9, ensino médio 11, faculdade 15.
·····. Toque em qualquer lugar da tela — ou aperte a barra de espaço, se estiver num computador — e a próxima palavra aparece.Não escreva o nome da pessoa aqui. Use o código gerado no campo acima e anote esse código ao lado do nome no seu próprio registro, em papel ou na ficha da clínica. Assim o arquivo gerado pelo teste continua anônimo e pode ser enviado para análise sem identificar ninguém.
?lista=A ao endereço. O reteste, selecionado no campo acima, usa o conjunto 2: são outras 20 frases, escritas de modo a não repetir nenhuma palavra do primeiro conjunto.A surpresa de cada palavra foi calculada uma vez, com antecedência, pelo modelo bloom-560m, e viaja dentro deste aplicativo num arquivo de 27 KB. Durante o teste nenhum cálculo de inteligência artificial acontece neste aparelho: ele apenas mostra as palavras e cronometra. O que sai deste aparelho, e só com a autorização marcada na abertura, é o resultado do exame sem nome nenhum: o código do participante, idade, anos de estudo, sexo e os tempos por palavra. O número de cada palavra é idêntico para todos os participantes, porque foi calculado uma vez só. Os números de todas as frases estão em a surpresa em bits, e a leitura da tela de resultado está em como ler o resultado. Existe também uma versão por voz, sem toque na tela: /voz. Os exames já feitos neste aparelho ficam em sessões anteriores.
confirmação de leitura
a contagem do tempo está parada — responda com calma, sem pressa
A palavra apareceu na frase que você acabou de ler?
Dá para confiar nesse número?
A terceira caixa compara quanto o tempo na palavra-alvo muda ao longo da leitura com quanto muda nas palavras do meio. Quem entra na tarefa passa a parar mais no fim da frase; quem desengaja passa cada vez mais rápido por ela, enquanto o resto da leitura segue igual. É um sinal, e não um veredito.
Cada bolinha do gráfico é uma palavra lida. Quanto mais à direita a bolinha estiver, mais surpreendente era a palavra; quanto mais para cima, mais tempo a pessoa gastou nela. As bolinhas vermelhas são as palavras absurdas que terminam as frases de incongruência, e as que têm um anel branco são palavras que terminam frase.
As duas linhas azuis descrevem grupos diferentes de palavras, e não são paralelas. A mais inclinada passa pelas palavras que fecham frase — é dela que sai o resultado do exame, e só nelas a dificuldade foi escolhida de propósito. A quase horizontal passa pelas palavras do meio, cuja dificuldade é a que a frase por acaso tinha; nelas quase não há efeito. A diferença de ângulo entre as duas é a razão de o exame medir só nas primeiras. A linha tracejada mostra o que daria uma reta única ajustada a todas as palavras: ela fica perto da horizontal, porque as quase 180 palavras do meio decidem mais de 90% dessa conta.
Aqui a conta de cada palavra que entrou na análise fica aberta, uma por uma. A coluna esperado traz o tempo que a linha da pessoa previa para aquela quantidade de bits, e a coluna desvio traz a diferença entre o previsto e o que realmente aconteceu. Desvio existe em toda palavra e para todo mundo: a linha descreve a tendência da leitura, e não cada palavra isolada.
A primeira palavra de cada frase é excluída da análise, porque sem palavra anterior o cálculo de surpresa não mede dificuldade de leitura — e é o mesmo conjunto de palavras em todos os números desta tela. Os tempos vêm de performance.now(), em milissegundos fracionários; o CSV traz os valores sem arredondar, para a planilha reproduzir estes números exatamente. Ilustrativo, não validado clinicamente.