Cinco frases: três terminam com a palavra esperada e
duas terminam com uma palavra absurda. A página cronometra cada palavra,
mostra os números crus e depois faz a conta — com o mesmo módulo
que o exame usa. Se a sua conta no papel bater com a da tela, o motor está certo.
Isto não é o exame. São cinco frases e cinco palavras
críticas — o suficiente para conferir a conta, e insuficiente para
medir pessoa nenhuma. Com cinco pontos a inclinação sai exata, mas a
margem ainda não significa nada (sobram 3 graus de liberdade, contra 18 no exame). Nada daqui é gravado nem enviado.
Como funciona. As palavras começam escondidas. Toque na tela
— ou aperte a barra de espaço — e a próxima aparece.
Leia no seu ritmo natural.
Pode repetir. A cada vez a
página serve cinco frases novas, de um banco de oito conjuntos que
não dividem nenhuma frase. É obrigatório: quem já sabe como a
frase termina não se surpreende mais com ela, e o teste passaria a medir
memória em vez de previsão.
Toque em qualquer lugar, ou barra de espaço.
1. O que foi medido
Todas as palavras lidas. As linhas destacadas são as
cinco palavras críticas — as que fecham cada frase. São
só elas que entram na conta da inclinação.
2. Faça a conta
Com as cinco críticas: chame de x os bits e de
y os milissegundos.
3. O que o app calculou
—
ver a conta aberta do módulo de produção
4. A reta, e o quanto cada palavra se afasta dela
A inclinação é a tendência das cinco
palavras — não o tempo de nenhuma delas em particular. Abaixo está a reta que
saiu da sua leitura, o que ela previa para cada palavra, e o quanto cada uma se afastou.
Desvio existe sempre; o que importa é se algum ficou grande a ponto de mandar sozinho.
5. A subida
A mesma inclinação dita em milissegundos: quanto a palavra
mais difícil custou a mais que a mais fácil, sobre a reta.